Incensário para Semana Santa | Quemador litúrgico 24 cm.

Incensário para Semana Santa | Quemador litúrgico 24 cm.
Incensário para Semana Santa | Quemador litúrgico 24 cm.
Incensário para Semana Santa | Quemador litúrgico 24 cm., Img
Incensário para Semana Santa | Quemador litúrgico 24 cm.
Incensário para Semana Santa | Quemador litúrgico 24 cm., Img 1
Disponibilidade: Em stock
Ref: 94F12739

145,00€

Iva incluído

o
compre rapidamente sem se inscrever

(2.000 Kg.)

Você receberá seu pedido em 24 horas se fizer de segunda a quinta antes das 18h ou na sexta antes das 13h (Península e Ilhas Baleares em cidades a 50 km do sede da delegação da agência de transporte) Ver opções

Incensário para Semana Santa barato

  • Incensário fabricado em metal plateado.
  • 24 cm de altura.
  • Depósito de incenso removível com 8 cm de diâmetro e 5 cm de profundidade.
  • Base circular de 7,50 cm de diâmetro decorada com elementos em relevo.
  • Quatro cadeias presas na zona do queimador.
  • Cadeia central unida ao extremo superior do turíbulo.
  • À venda outros Incensários de Semana Santaem outras cores e medidas.

Origem do uso do incensário durante as processões de Semana Santa

As processões de Semana Santa estão profundamente relacionadas às celebrações litúrgicas nas quais se celebra a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo.

A origem do incenso como elemento litúrgico não está totalmente definida, mas já aparece refletido em várias passagens da Bíblia.

Em primeiro lugar, o incenso é uma das três oferendas que os Reis Magos levam ao Menino Jesus recém-nascido. Melchor, Gaspar e Baltasar, os Três Reis Magos, guiados pela Estrela de Belém, chegam ao Portal para oferecer ouro, incenso e mirra. O incenso era um símbolo na época de reconhecimento da divindade. Era tradição naqueles anos queimar incenso para destacar a presença de Deus.

Também podemos ler na Bíblia, mais concretamente no primeiro capítulo do Evangelho de São Lucas, a anunciação de Zacarias. Momento em que o arcángel Gabriel anunciou Zacarias, sacerdote do Templo de Jerusalém, que teria um filho com sua mulher Isabel, que era estéril e idosa. O arcángel disse-lhe que devia pôr-lhe de nome João, e que seria o precursor de Cristo. Este fato tão relevante ocorreu enquanto Zacarias queimava incenso no templo.

Significado do uso do incensário na Semana Santa

Quemar incenso durante as processões cofrades tem um significado vinculado às celebrações litúrgicas católicas. O uso do incensário para queimar incenso durante a Semana Santa tem uma grande carga simbólica.

  • Purificação, bênção e respeito

A incensação, processo no qual queima incenso em um incensário, se bendizem a pessoas e lugares. Também se emprega o incensário diante da presença de Cristo, a Virgem Maria e outros santos como mostra de respeito.

  • Presença de Deus

A fumaça e o aroma do incenso têm se ligado desde a origem da humanidade com a presença de Deus. Empregando o incensário em determinados momentos das celebrações litúrgicas e cofrades, destaca-se a proximidade de Cristo.

A queima de incenso ajuda a conectar o mundo terrestre com o mundo celestial, colocando as pessoas em predisposição para se aproximar da palavra de Deus.

  • Ambiente religioso e de recogimento

A Semana Santa é um momento de reflexão, de recogimento e de luto. Durante a celebração da Paixão, os católicos reconhecemos o sacrifício que Cristo fez por nós, para nos dar a vida eterna. O incenso ajuda a criar uma atmosfera propicia para que os cofrades e assistentes às processões rememorem a importância dos fatos que se celebram durante a Semana Santa.

Os incensários da Semana Santa de Loja (Granada)

Os incensários, os queimadores de incenso, são importantes na maioria das celebrações da Semana Santa.

Há lugares nos quais os incensários têm um papel protagonista. Este é o caso da localidade de Loja, em Granada.

Na celebração da Semana Santa lojeña, Festa de Interesse Turístico da Andaluzia, existe há séculos a tradição dos Incensários, membros de Cofradias e irmandades que recebem este nome por levar incensários.

Há documentação que confirma a existência de "corrias" de incensários acompañdos às Cofradias da localidade mánguela nas processões desde o século XVIII.

Os membros das corrias movem os incensários produzindo sons com as cadeias, além de cantar canções conhecidas com o nome de sátiras. Essas composições tradicionais estão centradas em elementos da Semana Santa como são a Morte e Ressurreição de Cristo, as dores da Virgem, etc.