Chamador de Semana Santa para trono
220,00€
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Chamador da Semana Santa | Martelo para andor
- Chamador para o trono da Semana Santa.
- Fabricado em bronze.
- Acabamento dourado.
- Base de 24 x 7 x 0,8 cm.
- 16 cm de altura total.
- Martelo em forma de Cruz com:
- 24 cm de comprimento.
- 15 cm de altura.
- 2 cm de diâmetro.
- Base decorada com elementos vegetais em relevo.
- À venda outro chamador da Semana Santa.
Chamador da Semana Santa
O chamador da Semana Santa é um elemento fundamental nos andores processionais.
Os chamadores, também conhecidos como martelo, são peças de ourivesaria religiosa (aldavas ou aldrabas) que se instalam geralmente na parte frontal dos andores da Semana Santa, no centro da trave dianteira ou nas grades de ventilação. A sua posição estratégica permite que o capataz o utilize confortavelmente e que o som seja audível para todos os carregadores.
O chamador desempenha um papel muito importante a dois níveis. Por um lado, serve de guia para os confrades durante a procissão e, por outro, tem um papel simbólico e representativo.
O chamador como ferramenta do capataz
As procissões da Semana Santa são celebrações das confrarias que servem para comemorar acontecimentos tão importantes como a entrada em Jerusalém, a Crucificação, a Ressurreição, entre outros. Durante as procissões, os confrades levam os seus andores para que os fiéis e devotos da Semana Santa possam admirar estas peças de arte sacra.
As confrarias são geralmente agrupamentos compostos por muitos membros. Durante as procissões, os irmãos confrades dividem-se em diferentes grupos, conforme o papel que desempenham na celebração.
Assim, os confrades carregadores são os responsáveis por transportar os andores da Semana Santa sobre os ombros ou à custa, ou seja, sobre as cervicais.
Os confrades nazarenos são aqueles que acompanham os andores da Semana Santa. Costumam usar capuz e túnica com as cores e bordados da confraria.
Os confrades penitentes são aqueles que fazem a estação de penitência carregando cruzes de madeira ou caminhando descalços. Geralmente, vestem túnicas e máscaras, mas não utilizam capuz alto.
Todos os elementos que saem na procissão devem ser coordenados ao longo do percurso. Para isso, um dos elementos-chave é o chamador. O capataz, pessoa que dirige a equipa de carregadores, via diferentes palavras predefinidas e batidas no chamador, comunica à equipa as diversas ações que devem executar: a elevação do andor, conhecida em alguns lugares como a "levantá", o início da marcha, as mudanças de direção, entre outras.
A capacidade do capataz de dar ordens claras e toques certos no chamador garantirá uma boa coordenação entre os membros da equipa de carregadores. Os movimentos do andor da Semana Santa serão suaves e harmoniosos, proporcionando aos espetadores uma experiência espiritual e visual marcante.
O chamador como símbolo da Confraria
O chamador é essencial para a comunicação e coordenação dos confrades durante a procissão, tornando-se um importante símbolo na confraria.
O chamador, na maioria das irmandades, deixou de ser um instrumento meramente funcional para se tornar num símbolo identitário, um elemento representativo da própria confraria.
Muitos dos chamadores tradicionalmente utilizados foram substituídos por peças com características próprias da confraria. É comum encontrar chamadores com os brasões da irmandade, representações das imagens sagradas titulares, cruzes, entre outros.